domingo, 24 de agosto de 2008

Kazuyo Sejima and Ryue Nishizawa.



Ambos os arquitetos foram à FAU USP dar uma palestra, sexta-feira passada. Receberam muitos prêmios e já possuem obras em construção nos Estados Unidos e na Europa.
A palestra teve uma tradução simultânea e foi muito rápida porque estavam com medo de perder o vôo. Foi uma pena, porque me ficou uma pergunta: Como lidar com a questão cultural de outros países ao conceberem uma arquitetura? No caso do Japão, não há muitos problemas em ter o banheiro ao lado da cozinha, por exemplo.
Um outro exemplo é uma quadra com vários cubos que seriam as habitações, projetado por Sejima, pelo que me recordo, em que queria transformar o espaço do banaheiro em local de estar, apenas puxando uma cortina (tipo cortina de box estendida).
Não concordo com certas formas utilizadas por Ryue, formas amebóides...parece querer criar uma identidade entre a arquiteta e a obra, tipo Zaha Hadid.

Entrevista e mais: http://www.designboom.com/eng/interview/sanaa.html

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

clarice


só você pra me entender...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

more zaha hadid

http://www.youtube.com/watch?v=s8Y8PFEUgIo&eurl=http://blogs.guardian.co.uk/art/category/architecture/

Deus...parece uma igreja por dentro.

mario henrique.


pra quem conhece o professor, vai adorar. Labitts versão mario henrique.

domingo, 10 de agosto de 2008

calatrava.

Isso já é um exagero. Olhem o tamanho dos prédios. Gosto muito do Calatrava, com suas estruturas partindo dos movimentos do corpo humano, mas essa ponte é demais.
Nem tive o trabalho de ler o artigo. Aliás, algo que nunca me questionei: Será que a arquitetura de Calatrava é somente bonita na escala humana? Vejam a perspectiva eletrônica a seguir:

olimpíadas...

Falando em Olimpíadas, 44 000 toneladas de aço:

http://www.youtube.com/watch?v=jIYNJz6y3CU&feature=related

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

mais de Kazunari Hattori

"The difficult thing about graphic design is that if you make things with the intention of making 'correct decisions' it often turns out to be surprisingly boring design. Product design or interior design are large limited to concrete things like ease of use, durability, cost and so on, but if you compare graphics to that, it´s free from those physical intentions and the question of whether you are affecting peoples´s feelings and being interesting loom large. If you do design according to the text book, it might turn out not being wrong, but you can´t avoid it not being particularly attractive. On the other hand, if your interpretation of the theme and approach are all muddled up, that mix can be very attarctive, and you´re more likely to produce a very functional graphic design in the end."

"The essence of graphic design is creating a clear image with layout untroubled by unstable shapes or confusion in proportions"